Foi um jogo… chocho. O Real não esteve à altura do esperado e os bávaros
entraram “na onda”, num jogo que apesar dos muitos golos, foi muito morno.
O Bayern goleou, mas passou ao lado da oportunidade de fazer um resultado
histórico…
4ª Super Liga Masterfoot (1ª jornada)
23 de Fevereiro de 2015, 22 horas
Bayern Monchique, 6
Real Portvscale, 2
Jogo no Arena, em Perafita
Bayern M. – César; Litos (2), Taboada e Pedro (2); Norberto.
Jogaram ainda: Domingues (1), Nuno [cap.], Brito (1) e Max [GR].
TR: Tózé Ribeiro
Ao intervalo: 2-0
Marcha do marcador: 3-0; 3-1; 5-1; 5-2; 6-2
Reportagem
Masterfoot:
“Duelo de campeões!
Frente a frente os dois atuais
detentores do título da 1ª e 2ª Divisão. O Bayern Monchique acabou por ser mais
forte, iniciando a defesa do título da melhor maneira (6-2).
A expetativa era enorme. Real Portvscale subiu esta época à divisão maior do futsal e muita gente queria saber a performance desta equipa nos grandes palcos... A verdade é que apresentou-se no taco do Arena bastante debilitada, fruto de várias ausências importantes. Já o Bayern Monchique, depois da esplêndida dobradinha, tencionava entrar com o pé direito frente a um adversário de qualidade. E a verdade é que o placard funcionou logo aos dois minutos, Norberto Sousa bailou bem sobre Zé Gato e ofereceu o 1-0 a Litos, que se encontrava bem posicionado ao segundo poste. A Real Portvscale, com poucas soluções, tinha imensas dificuldades para colocar o seu jogo em prática e só melhorou a sua vocação ofensiva após a entrada de Nuno Viegas. Mister Tozé acreditava nos seus pupilos, rodou alguns jogadores na reta final do primeiro tempo, perdeu a grande tendência atacante mas beneficiou de uma falsa saída de José Sousa para aumentar o marcador. Pedro Domingues agradeceu a infantilidade de Sousa e fez o 0-2. A fechar o primeiro tempo, destaque para uma perdida incrível de Viegas, na cara do golo acabou por acertar no ferro.
O Bayern Monchique voltou ao seu esquema habitual na entrada para o segundo tempo mas viu Tiago Coutinho e Nuno Viegas estar perto do golo Portvscale... Coutinho, excelente no passe e Viegas mal na finalização. A entrada promissora da Real esbarrou na pobre organização defensiva por parte dos forasteiros, a mostrar fragilidades por não ter um treinador no banco. De livre, Pedro Gomes viu bem Mário Brito e este aumentou a vantagem para 3-0. Este golo abriu completamente o apetite às duas equipas, isto porque nos minutos seguintes, o Pavilhão Arena assistiu a três golos de rajada. Coutinho aproveitou o auxílio de Viegas e reduziu para 3-1, com um bom remate e o Bayern Monchique voltou a ligar o rolo compressor e apontou mais dois golos. Pedro Gomes, primeiro, e Litos depois, colocaram o resultado em 5-1. Os erros de ambas as partes multiplicavam-se nas defensivas e Renato teve nos pés duas excelentes oportunidades para reduzir a diferença no marcador. Nos últimos minutos e já depois de um par de boas defesas, Gil Andrade subiu a terreno alheio para ter vantagem numérica e Renato, agora sim, fez o 5-2. Já ao cair do pano, Pedro Gomes coroou a sua boa exibição ao apontar o 6-2 final e respetivo "bis".
Estreia aquém das qualidades da Real. Esta equipa pode dar muito mais. Quanto ao Bayern, mais uma vez a rubricar uma partida serena e a construir tranquilamente um resultado volumoso. Litos e Pedro Gomes destacaram-se com dois golos cada.”
A expetativa era enorme. Real Portvscale subiu esta época à divisão maior do futsal e muita gente queria saber a performance desta equipa nos grandes palcos... A verdade é que apresentou-se no taco do Arena bastante debilitada, fruto de várias ausências importantes. Já o Bayern Monchique, depois da esplêndida dobradinha, tencionava entrar com o pé direito frente a um adversário de qualidade. E a verdade é que o placard funcionou logo aos dois minutos, Norberto Sousa bailou bem sobre Zé Gato e ofereceu o 1-0 a Litos, que se encontrava bem posicionado ao segundo poste. A Real Portvscale, com poucas soluções, tinha imensas dificuldades para colocar o seu jogo em prática e só melhorou a sua vocação ofensiva após a entrada de Nuno Viegas. Mister Tozé acreditava nos seus pupilos, rodou alguns jogadores na reta final do primeiro tempo, perdeu a grande tendência atacante mas beneficiou de uma falsa saída de José Sousa para aumentar o marcador. Pedro Domingues agradeceu a infantilidade de Sousa e fez o 0-2. A fechar o primeiro tempo, destaque para uma perdida incrível de Viegas, na cara do golo acabou por acertar no ferro.
O Bayern Monchique voltou ao seu esquema habitual na entrada para o segundo tempo mas viu Tiago Coutinho e Nuno Viegas estar perto do golo Portvscale... Coutinho, excelente no passe e Viegas mal na finalização. A entrada promissora da Real esbarrou na pobre organização defensiva por parte dos forasteiros, a mostrar fragilidades por não ter um treinador no banco. De livre, Pedro Gomes viu bem Mário Brito e este aumentou a vantagem para 3-0. Este golo abriu completamente o apetite às duas equipas, isto porque nos minutos seguintes, o Pavilhão Arena assistiu a três golos de rajada. Coutinho aproveitou o auxílio de Viegas e reduziu para 3-1, com um bom remate e o Bayern Monchique voltou a ligar o rolo compressor e apontou mais dois golos. Pedro Gomes, primeiro, e Litos depois, colocaram o resultado em 5-1. Os erros de ambas as partes multiplicavam-se nas defensivas e Renato teve nos pés duas excelentes oportunidades para reduzir a diferença no marcador. Nos últimos minutos e já depois de um par de boas defesas, Gil Andrade subiu a terreno alheio para ter vantagem numérica e Renato, agora sim, fez o 5-2. Já ao cair do pano, Pedro Gomes coroou a sua boa exibição ao apontar o 6-2 final e respetivo "bis".
Estreia aquém das qualidades da Real. Esta equipa pode dar muito mais. Quanto ao Bayern, mais uma vez a rubricar uma partida serena e a construir tranquilamente um resultado volumoso. Litos e Pedro Gomes destacaram-se com dois golos cada.”
O filme dos
golos ao minuto
2m 1-0 Norberto foge pela lateral direita, depois de uma brilhante
finta de corpo, de tal forma que Zé Gato até caiu. O passe tenso ao segundo
poste foi perfeito e Litos só teve
de aparecer para encostar.
18m 2-0 Na sua área, Brito mete a bola por cima dos adversários, pedindo
a desmarcação do seu companheiro. Mesmo junto à linha lateral e com a saída do
Baia ao seu encontro, Domingues só
teve de desviar a bola, praticamente de “olhos fechados” para a baliza.
26m 3-0 Falta à entrada da área sobre Norberto que recebeu a pivot. Na
marcação do livre, do lado esquerdo do ataque, Pedro passa a Brito e este remata de pé esquerdo para
golo.
27m 3-1 Contra ataque com Coutinho
a marcar no 2 para 1.
28m 4-1 Bola bombeada para o ataque. Litos apanha a bola a “pingar” e de
cabeça faz o passe para Pedro. do meio para a esquerda, Pedro finta o ultimo
defesa e atira de pé esquerdo para a defesa do guardião. A bola sobra na mesma
para Pedro que então completa.
29m 5-1 Norberto tenta fugir pela esquerda. Desconcerta o adversário com
a finta de corpo, puxa a bola para trás e faz mais um passe tenso para Litos completar mesmo em cima da linha
de golo.
36m 5-2 Depois de algumas tentativas falhadas Renato lá marca.
38m 6-2 Norberto lança Nuno pela direita. Este faz o passe tenso para Pedro encostar do lado contrário.
A Estrela
Norberto Sousa – nota 8
Notabilizou-se nesta competição como goleador, marcando em todos os jogos
que fez (e foram 24!!!) e arrecadando dois troféus de “Pichichi”. Neste jogo,
pela primeira vez não marcou, mas sobressaiu com duas assistências de luxo,
para os golos de Litos.
Esta nomeação de MVP põe fim a um período de 11 jogos sem ser a estrela. Nunca
tinha estado tantos jogos seguidos sem ser a estrela… mas isso já passou.
Os outros
bávaros
Taboada, Domingues e Nuno – 6
César, Litos, Pedro, Brito e Max – 7
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