domingo, 28 de outubro de 2012

"Good Fellas"


Porque não vivemos só de futsal, a sugestão da semana é que não deixem de ver este clássico do cinema.
Com mais de 20 anos este filme fala de uma temática dos nossos dias. O "saber estar", na vida e no desporto e a forma como isso funciona contra os protagonistas, tornando-se uma cruz dificil de carregar.

sábado, 27 de outubro de 2012

"Falai do Leandro" - o resumo possivel...


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Um santo na baliza e uns anjinhos a chutar



Bávaros falharam 3 (!!!) livres sem barreira…

Durante 40 minutos S. Lourenço deve ter "encarnado" no corpo do guardião José Carvalho. Parecia intervenção divina pois os bávaros nem sequer acertavam na baliza e quando o conseguiam o guardião defendia. A arbitragem voltou a ajudar à festa, mas quando se falha tanto uma equipa só se deve queixar de si própria... e dos "anjolas" que não souberam marcar.
 
 
III Liga FutsalSport (3ª jornada)
20 de Outubro de 2012, 16 horas


 
 
 
Bayern Monchique, 1








G. D. C. S. Lourenço, 1


Jogo no Pavilhão do Colégio de Gaia

Bayern M. – Rui Sá; Tony, Taboada e Litos; Domingues [cap.] (1).
Jogaram ainda: Hugo e Vitor.
TR: Hugo Dias
Disciplina: Litos (amarelo por falta), Rui Sá (amarelo por protestos) e Litos (segundo amarelo por protestos)

Ao intervalo: 0-1
Marcha do Marcador: 0-1; 1-1



O Bayern partiu para este jogo com uma mudança radical de figurino. Apenas Sá e Domingues se mantiveram da equipa que venceu o Padrão Vermelho por 2-0 na jornada anterior. Vítor Hugo aproveitou algumas ausências para responder afirmativamente à convocatória e assim fez o seu primeiro jogo oficial pelo Bayern. A estreia não teve no entanto o resultado mais esperado.
 
Para o cinco inicial Mister Dias apostou nos jogadores mais experientes e rotinados, embora isto significasse que Taboada entraria em campo sem sequer uma corridinha de aquecimento...
O Bayern entrou lento e a mastigar muito o jogo. Parecia que a vitória era inevitável, mas o golo do S. Lourenço já a meio da primeira parte, contrariou essa ideia. A inspiração era pouca e o resultado manteve-se até ao intervalo.

No recomeço da partida os bávaros entraram com outro “ânimo”. Logo na primeira jogada a oportunidade de empatar mas Domingues atirou ao lado.
Se a primeira parte já fora de claro pendor ofensivo do Bayern, na segunda não se viu mesmo outra coisa que não o Bayern a atacar e o S. Lourenço a meter bolas na frente, directamente do guarda-redes. A estratégia podia ter surtido efeito. Muitas vezes é assim, uma equipa toda balanceada no ataque, acabando por abrir brechas atrás e a ser penalizada por isso. Valia a rapidez e capacidade de antecipação de Rui Sá, que não poucas vezes saiu da baliza para cortar ele próprio o perigo.
Com o passar do tempo e a clara falta de pontaria, o Bayern enervava-se. A equipa do S. Lourenço porém, também não parecia “confortável” no papel que escolhera para si, recorrendo à falta para travar o ímpeto bávaro. As faltas acumulavam-se e rapidamente se chegou à sexta, que deu origem ao primeiro livre sem barreira. Litos pegou na bola e atirou convicto mas a bola saiu à figura do guardião, a estrela do jogo. A sorte (?) não queria mesmo nada com os bávaros.
De novo os “vermelhos” de S. Lourenço voltaram a “pecar”, originando mais dois livres. Desta vez foram Taboada que atirou ao lado e Hugo que atirou “para as nuvens” a falhar. Falai do Leandro…

Com três livres falhados e se calhar outros tantos por marcar – o mais claro de todos num agarrão a Taboada que conduzia a bola no meio campo – O Bayern acabou por marcar em jogada corrida, com Domingues finalmente a acertar na baliza, mas não no guarda-redes.
Ainda com 3 ou 4 minutos por jogar, o Bayern tentou um assalto final, mas as tais faltas que ficaram por marcar enervaram de vez os bávaros que perderam tempo e discernimento a discutir essas decisões.

O apito final entregou ao S. Lourenço um ponto que os seus jogadores fizeram por merecer, à custa de muito suor.
Já o Bayern ficou com a sensação de ter perdido dois…
Litos foi o mais inconformado dos bávaros no final, dirigindo comentários desagradáveis para a equipa de arbitragem que levaram a que lhe fosse averbado o segundo amarelo.

Gostei desta equipa do S. Lourenço (e não é por serem meus “vizinhos”). Rapazes novos, que assumiram o seu papel e se entregaram ao jogo a 100%. Apesar das muitas faltas percebe-se porque ocupam o primeiro lugar no Fair Play (não viram até ao momento um único cartão). São faltas que nada tem ou tiveram de maldoso ou perigoso.

Duvido é que estes tenham a mesma opinião sobre nós. Passamos “metade do tempo” a protestar. Mais preocupados com os erros da arbitragem do que com o jogo em si, ou até os próprios erros. Isto não é o Bayern Monchique! O “meu” Bayern depois de falhar golos claros e 3 livres sem barreira “mete a viola no saco” e passa isso à frente, não se fica a queixar da arbitragem, por muita razão que lhe assista.

 

O filme dos Golos

0-1        Bola metida para o centro, com Vitor a “trocar as voltas” a Litos e a permitir a “fuga” de Tiago Teixeira. Com um toque para o lado o jogador de vermelho ficou cara a cara com Rui Sá e não foi difícil fazer o golo.


1-1     No período de maior assédio à baliza contrária, já depois de falharem 3 livres sem barreira, Domingues conseguiu algo que fugiu durante toda a partida aos bávaros. A passe de Taboada e em zona central, acertou com a baliza, evitando o corpo do guardião.


 

A Estrela

Rui Sá – nota 7

Brilhou… fora da área.

Na primeira parte ainda teve de se aplicar num lance em que Taboada perde a bola em zona proibida, mas pouco mais já que no golo o mérito é do marcador e Rui Sá pouco podia fazer.
Na segunda parte acabou por ter mais trabalho mas sempre fora da área, numa missão de “sapador”, sempre a correr para dobrar os companheiros e a cortar inúmeras bolas que chegavam pelo ar, quer com os pés, como com o peito. Uma espécie de “libero” que não deixou passar nada enquanto os companheiros se concentravam quase em exclusivo na procura do golo.



Os outros bávaros

Litos e Vitor – 5
Tony, Taboada, Domingues e Hugo – 6.

terça-feira, 16 de outubro de 2012


Bayern Monchique, 2
Padrão Vermelho, 0
Jogo no Pavilhão do Colégio de Gaia
Bayern Monchique - Rui Sá; Leandro, Capi (2), Norberto e Cadu. Jogaram ainda: Brito, Mingues e Nokas
Treinadores: Arnaldo Martins e Pedro Domingues
Ao intervalo: 2-0

Capi de outra galáxia

É um "case-study". Até marca com a tromba!

Esqueçam Messi, CR7 ou Falcao. O que está a dar é Capi, esse sim de outra galáxia, já que de acabado para o futebol se tornou num verdadeiro goleador. Toca ferrinhos nos Cycles, mas na quadra transformou-se num predador. Em noite de aniversário da filha do Presidente (parabéns Dany!), El Gran Capitán foi o protagonista na indiscutível vitória sobre a inconformada formação do Padrão Vermelho.
Seguindo as instruções à risca da competente equipa técnica, o Bayern entrou forte e abriu o ativo no primeiro minuto, com Capi a encostar com o pénis (que nem é assim tão grande como isso) para o 1-0. Era o início do show Capi, que, já a meio da primeira parte, após trabalho de Norberto, ampliou a vantagem e, embora não se soubesse naquela altura, fechou o resultado.

Na segunda parte, o conjunto bávaro procurou sempre avolumar o placard, mas aí já faltou alguma pontaria e, verdade seja dita, também se deve dar mérito ao guardião vermelho. O jogo ficaria ainda marcado por uma decisão errada da equipa de arbitragem, que transformou um penálti do tamanho da Torre dos Clérigos num livre à entrada da área. Mas tudo bem, somos malta porreira...
Até final, o Padrão Vermelho também nunca deixou de tentar o golo, mas Rui Sá, como há muito não se via, apareceu mesmo no jogo e esteve sempre seguro. Objetivo cumprido.

Um-a-Um

Berto a bombar e Sá acordado

Rui Sá (7) - Bom jogo de Rui Sá. Atento, seguro, manteve a sua baliza inviolada até final. Não é que fosse obrigado a defesas do outro Mundo mas esteve sempre à altura e transmitiu serenidade. A defesa mais difícil surgiu já na reta final, ao desviar a bola, com a ponta dos dedos, para a trave.
Leandro (6) - Ia bater o penálti, mas, afinal, o penálti virou apenas um livre... Pela confiança com que pegou na bola, desta vez, não ia falhar. Fica para a próxima. Fez um jogo positivo e cada vez mais começa a integrar-se melhor na mecânica da equipa. A rever apenas um ou dois carrinhos despropositados...
Capi (7) - Metade da crónica foi-lhe dedicada, por isso não merece muitas mais linhas. Foi decisivo. Ah, podia ter feito o hat-trick, mas, isolado, não conseguiu bater o guardião. Se fosse com o pénis, se calhar, tinha conseguido...
Norberto (7) - O MVP. Não marcou, mas foi o elemento mais consistente, tendo experimentado várias posições ao longo da partida. Como pivot mostrou ser uma opção muito interessante para apostar ainda mais no futuro. Merecia o golo.
Cadu (6) - Está em boa condição física e vai para cima. Às vezes, exagera e perde o timing, mas, por vezes, consegue passar pelos adversários e cria automaticamente desequilíbrios. Ofereceu o golo a Berto, mas este não chegou a tempo de tocar na bola...
Brito (6) - "Esta época, não estou para me chatear, só quero amor", dizia Brito no banco. E assim foi. Com pezinhos de lã, foi fazendo o seu trabalho, sem deslumbrar mas também sem comprometer. Tem de ganhar um bocadinho de tesão...
Mingues (6) - De cadeirinha, lá foi conseguindo fazer bem o seu trabalho e participou em algumas das jogadas mais bonitas. Não sabe jogar mal, mas é um chato do crl...
Nokas (6) - Escondeu a falta de ritmo e o peso a mais com a experiência e qualidade que lhe é íntrinseca. Se perder 10kgs e ganhar confiança, é o reforço do ano!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

FAC foi “osso duro”



Arbitragem prejudicou mas o Bayern tinha obrigação de fazer mais…

No dia em que estreou a “fatiota” nova o Bayern tinha o dever de fazer mais e melhor, mas a pouca velocidade empregue na partida, aliada a uma arbitragem desastrada, impediram tal desiderato. Ainda assim, a nova camisola foi estreada com uma vitória, como se pedia.


III Liga FutsalSport (1ª jornada)
6 de Outubro de 2012, 19 horas

 
 
 
 
Bayern Monchique, 2







Futsal Amador de Canelas, 1


Jogo no Pavilhão do Colégio de Gaia

Bayern M. – Chumbo; Domingues, Taboada e Litos (1); Cadu.
Jogaram ainda: Nuno [cap.], Leandro (1), Tony e Hugo.
TR: Hugo Dias
Disciplina: Domingues (amarelo por protestos)

Ao intervalo: 1-0
Marcha do Marcador: 1-0; 1-1; 2-1


A camisola “ouro-negra”, já é passado, embora tenha ainda a sua utilidade e venha a ser chamada aqui e ali a reaparecer, mas agora passou para segundo equipamento. Estreado a 8 de Março de 2008, também com uma vitória (3-2) contra a Juventus Triana, é passado mais de 4 anos o equipamento com maior longevidade da história dos bávaros. No torneio de estreia dessa camisola – a liga FutBaliense - o Bayern ganhou tudo que havia para ganhar. Se este novo equipamento tiver metade desse sucesso já estará coberto de glória…

 Sem treinador no banco, já que Chumbo teve de ir para a baliza, o Bayern começou com mais posse de bola e não demorou a marcar, ainda as coisas não estavam bem assentes.

Um golo madrugador remetia para um resultado promissor mas foi pura ilusão. Apesar de terem mais bola os bávaros apresentaram-se sempre muito lentos, sem velocidade de processos a atacar. Demasiado previsíveis contra uma equipa cuja estratégia versava numa defesa muito recuada. Taboada assumia o papel de maestro mas o ritmo era demasiado… Staccato.

Valia o golo madrugador. O FAC por seu lado não parecia demasiado atrapalhado com a desvantagem e nunca mudou o estilo de jogo. Primeiro defender bem e só depois eventualmente tentar o ataque. Nada contra e a estratégia quase surtia efeito já que o Bayern deixou-se engonhar no ritmo lento da partida.


Na segunda parte o jogo mudou de figura, muito devido ao rápido acumular de faltas pelos bávaros. Em pouco mais de 5 minutos o Bayern já tinha 4 faltas. A ordem era de não entrar “a matar”, algo que Leandro pareceu esquecer quando atropelou um adversário em jogada sem perigo nenhum.

Com 5 faltas e tanto tempo ainda por jogar as coisas pareciam feias. Para cúmulo o árbitro do lado da bancada “decidiu” chamar a si algum protagonismo na partida. A sexta falta do Bayern foi ridícula, já que a falta foi ao contrário.
Na marcação do livre o FAC chegou ao golo.

Logo a seguir e para felicidade do Bayern, a “raiva” que levou Leandro a cometer uma falta desnecessária também o levou a chutar à baliza desde o meio campo, num lance com tanto de espectacular como de inesperado, fazendo o seu terceiro golo pelos bávaros. A vantagem estava reposta, com nota artística.

Não demorou muito no entanto até que o mesmo árbitro voltasse a fazer das suas. Primeiro um amarelo a Domingues, perfeitamente justificado pelos protestos, embora o bávaro tivesse razão e depois assinalando uma falta (a sétima) a Nuno, numa recepção de bola com o adversário nas costas. Mau de mais para ser verdade!

Felizmente o homem de Canelas atirou ao lado no livre e a coisa passou sem grandes sobressaltos até ao fim. Nesse período o Bayern continuou sem ter grandes oportunidades de golo, nesta altura já de forma mais consciente, destacando-se principalmente a presença de Taboada a “congelar” a bola na posse dos bávaros.

 
A vitória é completamente justa, o sofrimento era desnecessário. O FAC mostrou ser uma equipa chata, capaz de se tornar muito perigosa num jogo de características diferentes (a eliminar) como será o dos oitavos de final da taça, contra esta mesma equipa, em meados de Novembro.

 

O filme dos Golos

1-0        Passe de Taboada para Litos que se encontrava completamente só junto à linha de fundo. Depois foi só encarar o redes e embora com pouco ângulo, desviar a bola deste.


1-1        Livre sem barreira para o FAC a castigar a falta sobre Hugo.
Hein?!? Como é?
É verdade. Hugo sobre falta clara (e ainda bem que estava de caneleiras) mas o árbitro conseguiu ver o contrário, assinalando a sexta falta ao Bayern. Na marcação do livre, Paulo Vieira mete a bola rasteira, junta ao poste esquerdo de Chumbo, que não teve hipoteses.

2-1        Golaço! Sem que nada o fizesse prever, Leandro recebeu de Hugo, um metro à frente da linha de meio campo e disparou muito forte. A bola saiu como um foguete, entrando logo abaixo da trave e praticamente no meio da baliza. O guardião quase nem esboçou reacção.

 
 

A Estrela

Hugo “Chumbo” Dias – nota 6

Tem reclamado uma oportunidade de se estrear como jogador de campo, mas neste jogo mais uma vez, o melhor dos bávaros do torneio do Vai Avante, voltou a mostrar que o seu lugar é na baliza. ;)
Sem fazer uma actuação exuberante e sem ter demasiado trabalho o certo é que foi garantindo que a vantagem mínima que os bávaros “passearam” durante a maior parte do jogo, se deveu essencialmente ao demérito dos companheiros, incapazes de criar situações de golo, porque na baliza “não havia crise”, já que apenas no livre sem barreira conseguiram ultrapassar Chumbo.
De resto, até deu para fintar em plena área…

 
Os outros bávaros

Domingues, Litos, Cadu, Nuno, Leandro, Tony e Hugo – 5
Taboada – 6.