sexta-feira, 29 de abril de 2016

Demasiado curto!


Ambiente de derrota no balneário, apesar da vitória

O Bayern venceu, mas o “ar” do balneário espelhava outra realidade, a da eliminação. Foi uma vitória inglória, já que pela margem mínima, não chegou para apagar o resultado “catastrófico” da primeira mão. Com um guardião merecedor de nota 10 e muita eficácia no ataque, no momento certo, o Antas teve grande mérito nesta passagem. No entanto não se pode ignorar a significativa quota-parte de responsabilidade dos bávaros, que falharam muitos golos. Não só neste jogo, mas na globalidade da eliminatória…




Taça da Liga Power Futsal (2ª mão – Meia Final)
27 de Abril de 2016, 23 horas

Bayern Monchique, 3
Antas Futsal, 2

Jogo no Pavilhão do Irene Lisboa, no Porto

Bayern M. – César; Zira (1), Norberto (2) e Brito; Taboada.
Jogaram ainda: Domingues, Tony, Nuno [cap.] e Max [GR].
TR: Tózé Ribeiro
Disciplina: Domingues (amarelo por falta dura)

Ao intervalo: 1-2
Marcha do marcador: 1-0; 1-2; 3-2




Não se pode ganhar sempre, nem estar em todas as finais, mas depois de passar a GDLU, nos quartos-de-final, numa eliminatória muito difícil e renhida, ninguém esperaria que o Bayern não fosse à final, quando pela frente estaria o ultimo classificado da Liga.

É fácil dizer que os bávaros perderam a eliminatória na primeira mão, quando sofreram pesada derrota (7-4), mas a “remontada” era perfeitamente possível, ainda por cima quando Zira colocou o Bayern a vencer, logo aos 35 segundos.

O Bayern entrou em campo solto e confiante. O golo deu ainda mais moral e percebia-se que o Antas sentia o peso da responsabilidade, mas num ápice tudo mudou.

De um lado não aparecia o 2-0 e começava a nascer mais uma grande exibição de Luis na baliza. Do outro lado o Antas com aproveitamento de 100% em duas singelas oportunidades, que não se sabe bem como surgiram, “entornou o caldo”.
Era o filme da primeira mão a passar à frente dos olhos…

Até ao fim da primeira parte e mesmo depois já na segunda, os bávaros carregaram sempre, mas a confiança de Luis era cada vez maior. No contra ataque do Antas era um “Deus me acuda”.
Com o tempo a passar o “coração” sobrepôs-se à cabeça e o jogo ficou muito partido, com ataque e contra ataque constante e grande desgaste físico e emocional.

Nuno não conseguiu emendar ao segundo poste e Tony falhou dois desvios na área, entre outros falhanços… e o tempo a passar.
O Bayern só voltou a marcar nos minutos finais da partida, depois de várias tentativas em cinco para quatro. Norberto fez os dois golos que viraram o resultado. Demasiado tarde!

Antes disso, uma agressão de Pereira a Taboada passara impune, colorida com um mero amarelo, mas já sabemos como é a arbitragem.

Esta época não há dobradinha para o Bayern, mais ainda há dois jogos para disputar e troféus para conquistar, tais como o de melhor marcador e jogador.




O filme dos golos

1-0     Norberto vai até à linha de fundo, pelo lado esquerdo. Perante a muralha de defesas, em volley, assiste Zira do lado contrário.

1-1     Zira corta de cabeça e vai-se incorporar no ataque. O problema é que a bola é recuperada pelo Antas e Taboada fica “sozinho” com Cesar, perante dois adversários. Marca Matias depois do dois para um com o guarda-redes.

1-2     Ataque de Anes pela direita. Consegue passar no meio de dois bávaros e facilmente assiste Pereira.


2-2     Brito pela esquerda, passa a Tony na área. Este recebe e mete para Norberto no coração da área. Norberto tenta o desvio de calcanhar, mas só à segunda, já depois de rodar sobre o adversário, é que faz o golo.

3-2     Em cinco para quatro, Brito no meio entrega em Taboada na direita. Este atrai o defesa e passa a Tony junto à linha, que devolve para o remate cruzado de Taboada já na área. Norberto completa ao segundo poste (embora a bola entrasse na mesma).




A Estrela

Norberto Sousa – nota 7

Dois golos e uma assistência. Não se pode exigir mais, mas também ele falhou um ou outro golo “feito”. Principalmente um na área, já depois de fintar dois adversários, mas na cara do golo permitiu a defesa de Luis. Seria o 2-0…




Os outros bávaros

Nuno – 5
César, Domingues e Tony – 6

Zira, Brito, Taboada e Max – 7



O Balanço

Francamente é negativo. Quatro jogos disputados e apenas duas vitórias para duas derrotas. O goal average é mesmo negativo, com 17 marcados e 18 sofridos.

Para a habitual eleição dos 3 melhores bávaros, Norberto toma naturalmente a dianteira, ele que foi o MVP em todos os jogos. O Bávaro de Ouro desta competição, com 6 golos e 5 assistências nos 4 jogos realizados, é neste momento um dos melhores marcadores da prova, embora não tenha já hipóteses para o trofeu já que esá empatado com João Pinto da GDLU e este só disputou 2 jogos. Logo, caso ninguém ultrapasse os 6 golos, o troféu irá para o capitão da GDLU.

Zira com 3 golos e 6 assistências nos mesmos 4 jogos fica com o Bávaro de Prata! Na época passada, Zira só fizera um jogo da Taça, logo nem sequer atingira o mínimo de presenças (pelo menos metade dos jogos realizados pela equipa), para ser considerado. A Prata tinha ficado com Brito…

Para Bávaro de Bronze é que havia várias hipóteses, embora nenhuma delas satisfatória. Brito por exemplo, sem nenhum golo e com apenas uma assistência, muito abaixo dos 4 golos e 3 assistências da Taça 2014/15, não convenceu.
O Bronze acaba por ser entregue a Arnaldo que com 2 jogos apenas (o mínimo), fez 2 golos importantes e ainda 1 assistência.
Na época passada, o Bronze ficou para Tony, o melhor marcador da equipa (6 golos) na Taça. 

A propósito disto tudo quisemos ouvir Arnaldo hoje de manhã. Sem denotar qualquer surpresa pela nomeação, disse ser “justíssimo”. Referiu ainda “aceito o prémio, os números não enganam”.

Conclui dizendo “penso que é um prémio merecido e que demonstra o que tenho vindo a dizer há algum tempo. Esta equipa precisa de sangue novo. Ser bávaro de bronze praticamente sem jogar obriga, no mínimo, a uma profunda reflexão daqueles que jogam mais e têm um manto protetor. Partilho o prémio com a minha família, fãs como o Zira, por exemplo, e o meu Presidente.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Omega rouba liderança ao Bayern



Bávaros “caem” em jogo de grande sacrifício

Com apenas 5 elementos o objectivo passava por defender bem, adiar o golo ao máximo e provavelmente perder, sim perder, mas por poucos. Foi isso que efectivamente aconteceu, mas ficou a sensação que o resultado podia ser melhor e que os bávaros podiam (e deviam) ter marcado, com uma pontinha de sorte.


Liga Oporto Indoor (3ª jornada)
24 de Abril de 2016, 20 horas

Omega Team F., 3
Bayern Monchique, 0

Jogo no Pavilhão do Oporto Indoor, no Porto

Bayern M. – César; Domingues, Nuno [cap.], Canhão e Tony.
TR: António Silva

Ao intervalo: 0-1


Com uma equipa com média de 38 anos (e aqui Canhão destoava com os seus 33), era difícil fazer melhor. Mais que a média elevada de idades, o facto de estarem só cinco elementos disponíveis, era um grande entrave ao sucesso neste jogo. Mais que isso tudo, faltava aqui um jogador com outras características. Alguém que emprestasse outra amplitude atacante à equipa. Serginho por exemplo, apesar dos seus 39 anos, seria um dos jogadores indicados e que permitiria encarar o jogo com outra ambição.
Paciência, não vale a pena chorar sobre isso. Perdeu-se a liderança na prova mas a verdade é que só estamos a um ponto do primeiro e a Liga ainda agora começou… Por certo que na segunda volta este jogo terá outros contornos…


Regista-se aqui o empenho com que a equipa se apresentou, procurando dificultar ao máximo o sucesso da equipa contrária, coisa que aconteceu só a três minutos do descanso, quando a “Omega Team” marcou, logo após o minuto de desconto pedido por Tony. Até lá os Omega tiveram muita posse de bola, mas poucas ocasiões de golo. Antes disso até podiam ter sofrido, quando Tony recuperou a bola no ataque e atirou cruzado, mas para fora, no momento de maior frisson dos bávaros no primeiro tempo.

No segundo tempo e apesar da desvantagem, a equipa bávara não se desuniu nem caiu na tentação de ir para a frente a todo custo. Tal traria provavelmente mais dissabores que proveitos…

Os jovens do Omega marcaram o segundo a meio da segunda parte, mas o Bayern também podia ter marcado. Domingues teve duas oportunidades na cara do guardião, a primeira delas demasiado “na cara” para conseguir ter sucesso.
Nuno também tentou a sua sorte em “dose dupla”, mas na segunda devia ter optado pelo passe. Tony tentou de fora, mas sem ninguém na área para recarregar, a tarefa ficou fácil para o guardião, que agarrou à segunda.

O terceiro golo (evitável) entrou a dois minutos do fim. Foi pena pois deixou o resultado exagerado. Talvez o mais justo fosse um 2-1…



O filme dos golos ao minuto

17m   1-0     Ataque pela esquerda. Domingues dá algum espaço para cruzar e Ricardo antecipa-se a Canhão na área para encostar.


28m   2-0     Remate de João.

39m   3-0     Contra ataque dos Omega, bola metida na diagonal, nas costas de Nuno e João marca fácil perante Cesar.



A Estrela

“Tony” Silva – nota 7

Jogo muito esforçado por parte de todos, não havendo grandes destaques. Cesar terá sido o “menos culpado” nos golos, mas coloca-lo como “melhor em campo”, poderia dar azo a que se pense que foi um massacre, coisa que estaria muito longe da verdade. Dos homens da frente, Tony foi a par de Domingues os que estiveram mais “isentos de erros”, sendo que Tony acabou por estar nas acções ofensivas mais interessantes.



Os outros bávaros


Todos nota 7
Pode parecer estranho e até pouco coerente, notas 7 numa derrota "limpa" por 3-0, mas a verdade é que os bávaros deram tudo que tinham neste jogo, fazendo inclusive uma actuação acima do expectável e como tal, a nota justifica-se pelo grande esforço e empenho que evitaram um desfecho que seria à partida, previsivelmente embaraçoso.  

domingo, 24 de abril de 2016

Volta Leandro com o “mau tempo”


Começou um “hiato” competitivo após empate com Recarei, há quase meio ano atrás, e agora regressa com novo empate

O campeonato está decidido e até deu para acolher de novo Leandro, mas ainda há outros troféus para conquistar. Com mais um golo Norberto parece bem colocado para “pichichi”. Já para a melhor defesa, o troféu estará praticamente entregue ao Énois. O empate neste jogo não é o melhor resultado, mas também não é negativo. Negativa é a possibilidade de Zira estar indisponível para a meia final da Taça…



Liga Power Futsal (12ª jornada)
20 de Abril de 2016, 23 horas

Bayern Monchique, 4
G. D. Limpeza Urbana, 4

Jogo no Pavilhão da Escola Irene Lisboa, no Porto

Bayern M. – César; Norberto (1), Nuno [cap.] (1) e Zira (1); Domingues (1).
Jogaram ainda: Taboada, Brito, Tony, Leandro e Max [GR].
TR: Tózé Ribeiro
Disciplina: amarelo a Norberto

Ao intervalo: 3-3
Marcha do marcador: 0-1; 3-1; 3-3; 4-3; 4-4




Alterações de ultima hora na convocatória, com a ausência de Tiago e Arnaldo. Oportunidade para jogarem Tony… e Leandro, cujo último jogo fora em Novembro. Não esteve nada mal Leandro, embora reapareça num jogo em que a equipa quebra um pouco, com este empate, o bom momento iniciado há umas semanas. Nada de especial já que o principal objectivo passava por evitar suspensões que enfraquecessem a equipa para a importante eliminatória da Taça na semana seguinte.

O jogo até começou muito mal com o Bayern a sofrer golo muito cedo, após hesitação entre Domingues e Cesar na área.
No entanto o Bayern está com a moral de novo em alta e rapidamente repôs a verdade dos factos no jogo. E a verdade é que o Bayern é melhor, embora se olharmos apenas para os números contra esta equipa, não consigamos ver isso com clareza. Uma vitória, dois empates e uma derrota, 17 marcados e 16 sofridos… é preciso ver os jogos e olhar para a fotografia maior para perceber as diferenças.

Seja como for, os homens da Camara chegaram ao empate, resultado que se registava ao intervalo.


No segundo tempo perdeu-se Zira com lesão na virilha. O Bayern voltou a estar em vantagem. O jogo voltou a não ser isento de erros por parte da arbitragem. Um penalty claro ficou por marcar e o Bayern acabou por não conseguir descolar no resultado.

Fazendo uma boa rodagem dos jogadores, a equipa de Tozé acabou por ser castigada com um golo nos últimos segundos, perdendo dois pontos que merecia ter ganho.

Segue-se a Taça e uma desvantagem muito difícil de anular…




O Filme dos Golos

0-1        Na área, Domingues corta de peito para a frente de César. Aproveitando a hesitação de ambos, Zé Pinto é mais decidido e dá um toque para dentro da baliza.

1-1        No meio campo Zira mete para Norberto do lado direito. Com o adversário a dois metros, puxa mais para a direita e atira cruzado para a zona do segundo poste. Ou dava assistência ou golo. Deu golo!

2-1     Era um golaço! Norberto rompe pelo meio, faz as reviengas sobre três adversários, um de cada vez e na área atira… ao poste. A bola sobra para Nuno que emenda de primeira.

3-1     Norberto conduz o ataque pelo meio e mete a bola em volley por cima dos defesas. Zira recebe no lado esquerdo, puxa para o meio deixando o adversário fora da jogada e chuta para golo.

3-2     Desconcentração na área bávara onde aparece João Pinto a emendar.

3-3     Vitor mete a bola cruzada ao segundo poste, com Zé Pinto solto de marcação, a concluir fácil.


4-3     Domingues (com muita classe segundo o próprio) recebe o passe milimétrico de Norberto. Com recepção orientada toca por cima de um adversário e depois conclui perante o guardião.

4-4     Livre na meia esquerda. A bola é batida por João Pinto para o centro, onde Tony desvia com a biqueira e Max não consegue emendar…




A Estrela

Norberto Sousa – nota 9

Só marcou um, embora o suficiente para se distanciar do segundo melhor marcador da competição, mas deu três golos aos companheiros. Quer isto dizer que esteve em todos os golos da equipa e pela primeira vez esta época, viu-se o Norberto “rei das assistências”. Ainda só tinha duas na Liga…




Os outros bávaros

Tony – 5
Nuno, Brito e Leandro – 6
César, Taboada e Max – 7

Zira e Domingues – 8

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Resumo do jogo (by Flamingos TV)





Golos aos 3m05 | 4m30 | 4m40 | 8m10



Destaque para a calma do Mário no primeiro golo...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Deixem-nos pousar!


Segunda vitória deixa Bayern isolado (à condição)

Muitos e jovens, os Flamingos vieram do Freixo com vontade de sonhar e voar alto. Desta vez sem Kéké, os bávaros adoptaram uma postura diferente, de maior cautela, nem podia ser de outra forma. Entregaram o controlo do jogo ao adversário e souberam sofrer, sempre tentando evitar o golo do empate… até ao momento em que cortaram as asas ao flamingo.



Liga Oporto Indoor (2ª jornada)
17 de Abril de 2016, 19 horas

Bayern Monchique, 3
Flamingos do Freixo, 1

Jogo no Pavilhão do Oporto Indoor, no Porto

Bayern M. – César; Nuno [cap.], Brito (1) e Tony (1); Canhão.
Jogaram ainda: Serginho (1) e Domingues.
TR: António Silva

Ao intervalo: 2-1
Marcha do marcador: 0-1; 3-1




Várias alterações nos bávaros ao figurino da primeira jornada. Saíram Kéké e Saavedra e entraram Brito, Serginho e Domingues. A equipa ressentiu-se da ausência de Kéké. Ainda assim, sem ter alguém que conseguisse transportar a bola, os bávaros tinham obrigação de mais e melhor na circulação e saída de pressão, coisa que só conseguiu durante fugazes 10 minutos da primeira parte.

Depois do ambiente de “palhaçada” que antecedeu o apito inicial, com os homens do Freixo a usarem mascaras do Joaquim Monchique no alinhamento das equipas, esperava-se que esta fosse uma equipa de “boas festas”, mas não era bem assim. Com um ou outro elemento interessante, todos com juventude para dar e vender e também com um bom guarda-redes, os Flamingos surpreenderam os bávaros com uma pressão alta e marcaram cedo, aproveitando bem uma facilidade defensiva.

Os bávaros tiveram de suar um bocado e chegaram ao golo numa recarga de Tony, já depois das primeiras substituições.

Serginho era o elemento mais perigoso do ataque e foi ele que colocou o Bayern em vantagem, já depois de Domingues ter desperdiçado um lance, sozinho com o guarda-redes e de Brito ter mandado um bilhete do meio da rua, superiormente bloqueado pelo guardião.
Os dez minutos intermédios da primeira parte foram o melhor período do Bayern na partida, mas o adversário causava algum calafrio, principalmente quando ganhavam aqueles ressaltos estranhos, em slalons meio trapalhões.




Se o guarda-redes inicial era bom, o da segunda parte ainda era melhor e apesar de algumas oportunidades os bávaros não conseguiam matar o jogo. As forças também começavam a falhar…

Já a tentar o cinco para quatro, os Flamingos quase empataram, com o guardião a conseguir um remate espectacular que foi embater na quina da baliza, entre o poste e a trave. A sorte protegeu aqui o Bayern, mas na outra baliza revelava-se madrasta.

A meio da segunda parte Brito conseguiu interceptar um passe no meio campo, indo a bola parar à zona esquerda do ataque bávaro. Depois, em três ou quatro passadas rápidas chegou primeiro que o guardião e o defesa à bola e conseguiu meter o esférico na baliza deserta.
O golo veio na altura exacta, quando as forças já escasseavam e recompensou a “paciência” (chamemos-lhe assim…) dos bávaros. Depois foi aguentar, mas já com outra confiança e certeza.

Vitória justa mas muito suada e agora é que começam as “provações”, com dois adversários de peso nas próximas jornadas.





O filme dos golos ao minuto

4m     0-1     Brito dá muito espaço no acompanhamento do adversário. Francisco recebe na paralela e remata cruzado de pé direito à meia volta. A bola vai entrar junto ao poste mais distante, sem hipóteses para Cesar.

7m     1-1     Serginho mete em Domingues a pivot. Este calca de novo para Serginho que manda bico de fora da área. A bola bate no poste e sobra para o lado esquerdo da área. Tony aparece a recarregar com o pé esquerdo.


9m     1-2     Domingues no meio assiste na corrida de Serginho pela direita. O remate sai por baixo do guardião que saia a fazer a mancha.

31m   1-3     A defender no 5 para 4, Brito consegue o corte sobre o último defesa e corre atrás da bola para a desviar para a baliza de pé esquerdo.




A Estrela

Cesar Silva – nota 7

Esteve péssimo com os pés, chegando ao ponto de entregar a bola no adversário à sua frente, mas a defender esteve impecável e foram várias as situações de golo que evitou.




Os outros bávaros

Nuno e Canhão – 5
Brito, Tony e Domingues – 6

Serginho – 7

sábado, 16 de abril de 2016

Titulo validado… com estrondo!


Vitória estrondosa sobre o terceiro não deixa margem para duvidas

Décimo terceiro título de Campeão para o Bayern, o segundo (consecutivo) na Power Futsal. Mais uma noite de glória para os bávaros, embora desta vez sem grandes festejos. Talvez porque era uma conquista anunciada há várias semanas; talvez porque só faltava uma vitória e foi logo no primeiro de quatro jogos; talvez porque foi uma vitória tão folgada, que não deu margem a grande emoção; ou talvez porque já são várias as conquistas e nada disto é novidade…
Talvez um pouco disto tudo, mas a satisfação e o grande mérito estão lá.


Liga Power Futsal (11ª jornada)
13 de Abril de 2016, 22 horas

G. D. Sol Nascente, 1
Bayern Monchique, 7

Jogo no Pavilhão do Irene Lisboa, no Porto

Bayern M. – César; Domingues, Norberto (3) e Zira (2); Tony (1).
Jogaram ainda: Brito (1), Nuno [cap.], Tiago e Max [GR].
TR: Tózé Ribeiro

Ao intervalo: 0-2
Marcha do marcador: 0-4; 1-4; 1-7


Mister Tózé entrou com o mesmo cinco da última jornada e voltou a ser “feliz”. Parece claro que acertou nas peças e a prova está na entrada forte da equipa, em ambos os jogos.
Desta vez até marcou mais cedo ainda, com pouco mais de um minuto. Aos cinco, Norberto ampliava para dois, igualando Vítor (GDLU) no topo dos goleadores.

Até ao intervalo não houve mais golos, mas o Bayern continuava a ser bem superior ao Sol Nascente. Este Sol Nascente, um pouco diferente da equipa de outros tempos, então recheada de muitos miúdos novos, é agora uma equipa mais experiente, mas é uma equipa na qual o Bayern se encaixa muito bem. Não é uma equipa de “correrias”. O jogo nunca fica “partido” e isso favorece o estilo de jogo dos bávaros. De resto este já foi o 13º confronto entre as duas equipas e o resultado é sempre uma vitória do Bayern. Com 83 golos marcados contra apenas 33 sofridos, podemos dizer (sem qualquer desrespeito ou menosprezo pelo adversário) que esta será porventura a nossa “vítima” de eleição.


O início da segunda parte voltou a ser de forte ascendente bávaro, com mais dois golos a decidirem tudo. O Sol Nascente ainda reduziu, num livre com alguma sorte, mas nunca chegou a colocar em causa a vitória bávara no jogo e no campeonato. Max, de regresso às boas exibições também se assegurou disso.

Nos últimos minutos deu para consolidar a goleada e ainda o lugar de Norberto no topo dos goleadores.



O filme dos golos

0-1     Na ala esquerda Zira finta o adversário e corre pela linha, causando desequilíbrio na defesa. Depois assiste Tony que na área controla a bola e bate Motinha.

0-2     Recuperação de bola por Norberto no meio campo. Faz a “dança” à frente do defesa e atira a contar, ainda de fora da área, com remate bem colocado junto ao poste.


0-3     Brito finta pelo meio, numa excelente iniciativa a contornar três defesas. Na entrada da área tenta o golo mas a bola é rechaçada pelo guardião. Zira apanha a sobra e remate de primeira com o pé esquerdo.

0-4     Contra ataque rápido após recuperação de bola. Zira finta um para a direita, atrai o defensor e assiste Brito na meia esquerda para um remate em sentido ascendente.

1-4     Livre de Juca em zona frontal. A bola desvia em Domingues na área e trai Max.

1-5     Ataque de 3 para 1 com Zira a ir até ao fim.

1-6     Zira ganha a bola na defesa e faz um passe longo pela lateral direita. Norberto recebe a bola, vira-se para a baliza e remata, com a bola ainda a tocar em Motinha.

1-7     Norberto aperta o defesa e consegue o roubo. Vai até à área onde “convida” Motinha a sair. Finta-o para a esquerda e depois para a direita e completa com o remate já em queda, para a baliza deserta.


Fica aqui o registo em vídeo do último golo… e da “festa” bávara no final:



Não houve de facto grande festa. Que esperavam?

É sempre especial e nunca é fácil ser campeão, mas este foi talvez o jogo de título mais “anti climático” de sempre. É verdade que estávamos a jogar contra o terceiro classificado, mas a goleada, associada ao facto de que “se não fosse hoje seria numa das próximas três jornadas”, tirou aquele ar de ansiedade e explosão de alegria no final.

E esta nem sequer foi a maior vitória dos bávaros em “jogo de título”. Recapitulemos os outros 12 “jogos do título”:

25-Mar-2006 – “V” 10-2 Café Novo Sport (ultima jornada)
11-Nov-2007 – “V” 3-2 Amigos da Bola (penúltima jornada)
17-Nov-2007 – “V” 3-0 Comp. Seguros Tranquilidade (penúltima jornada)
03-Mai-2008 – “V” 10-2 Juventude Dream (última jornada)
12-Jul-2008 – “V” 17-1 Escola Dramática da Foz (última jornada)
17-Mai-2009 – “V” 3-0 Estudos & Projectos (penúltima jornada)
03-Jun-2011 – “E” 2-2 Amigos F.C. (última jornada)
14-Jul-2014 – “V” 9-6 Academia F. Matosinhos (3 jornadas por disputar)
19-Jan-2015 – “V” 6-4 Compact Records (última jornada)
04-Mai-2015 – “E” 1-1 Brigada do Fojo (penúltima jornada)
11-Mai-2015 – “V” 4-2 Amigos F.C. (penúltima jornada)
23-Nov-2015 – “E” 4-4 União Douro (penúltima jornada)

Arrisco apontar o empate a 2 golos com os “Amigos FC” em 2011, como o mais emocionante e impróprio para cardíacos. Esse empate permitiu-nos ser campeões com o mesmo número de pontos do 2º classificado Real Portvscale, num campeonato intensíssimo e super disputado por 12 equipas.

Já em 2008 vencemos também na última jornada, mas com uma goleada das antigas. O resultado 17-1 tem uma explicação simples. O adversário, onde brilhava Zira, o melhor marcador da prova, apresentou-se para o jogo derradeiro com apenas 4 elementos.



A Estrela

Helder “Zira” Costa – nota 8

Está de volta após período de menor fulgor, a meio da Liga. Molhou outra vez a sopa (dois golos) e juntou mais três assistências às nove que já tinha. “Assistiu” em todos os jogos da Liga que fez esta época!


Os outros bávaros

Tiago – 5
Domingues, Tony e Nuno – 6
César, Brito e Max – 7

Norberto – 8

terça-feira, 12 de abril de 2016

"Prazer, Bayern Monchique!”


Bayern goleia Steaua e parte na liderança

Foi uma apresentação e pêras. Para quem não conhecia ou não esperava, o Bayern apresentou-se com 9 golos e colocou todos os olhos em si. As expectativas ficam altas com este cartão-de-visita.

  


Liga Oporto Indoor (1ª jornada)
10 de Abril de 2016, 20 horas

Steaua Baltareste, 4
Bayern Monchique, 9

Jogo no Pavilhão do Oporto Indoor, no Porto

Bayern M. – César; Kéké (3), Nuno [cap.] (2) e Tony (1); Canhão (2).
Jogou ainda: Saavedra (1).
TR: António Silva

Ao intervalo: 1-5
Marcha do marcador: 0-2; 1-2; 1-7; 2-7; 2-9; 4-9



No último jogo da tarde/noite entraram em campo duas equipas que não se conheciam minimamente, sem saber o que esperar uma da outra. Do lado dos “romenos” muitos “atletas”. Seriam “jogadores”?!?!?

Do lado dos bávaros apenas 6 elementos, com a inclusão de última hora de Kéké.

A julgar pelo emblema o Steaua formou-se em 2015, o que pouco ou nada dizia, sobre a (eventual) qualidade da equipa. Apenas se sabia que tinha ido à final da Taça, da época passada, a qual perdeu… 

Já agora, ao olhar para o emblema do adversário, lembrei-me que está na altura de fazer um upgrade ao nosso emblema. Pensei nisto, que acham?
Bom, se calhar é uma ideia que precisa de ser mais trabalhada…


De volta ao jogo que é o que interessa, o Bayern entrou bem e melhor que o adversário. Sempre a jogar mais no meio campo contrário, cedo o Bayern chegou ao golo inaugural, por volta dos dois minutos.

Os homens de Baltar Este(???) também marcaram, aos onze mintos, quando  Bayern vencia por dois, mas no geral foi uma primeira parte que só deu Bayern, chegando ao intervalo com um já confortável 1-5.


No segundo tempo os bávaros voltaram a entrar fortes e em quatro minutos mais dois golos. Estava feito!

Apareceu depois algum relaxamento, natural quando se está a ganhar com tanta margem, que descambou em alguns golos sofridos sem necessidade.

No geral foi uma boa vitória, assente essencialmente no virtuosismo de Kéké, mas também numa boa exibição de Nuno e de Canhão, mais “solto” aqui que noutras ocasiões…
Já César merecia mais concentração dos colegas em alguns momentos da partida.




O filme dos golos ao minuto

2m     0-1     Ressalto no meio campo. Canhão recupera a bola, finta um adversário e parte para a baliza onde desvia do guarda-redes.

5m     0-2     Kéké intercepta a bola no meio campo e vai para a área, rematando à entrada da mesma.

11m   1-2     Desconcentração defensiva com Oliveira a aparecer nas costas da defesa bávara.

15m   1-3     Troca de bola no meio campo entre Nuno, Saavedra e Kéké que no meio, dá um toque para a direita e fuzila. A bola ainda bate no guardião e no poste antes de entrar…

16m   1-4     Nuno avança pela direita e remata ainda de longe. Na área e de costas para a baliza, Tony dá um toque de pé esquerdo a desviar a bola para o golo. Esta foi a 100ª assistência do Cápitan, igualando Arnaldo.

17m   1-5     Passe de Canhão com Nuno a completar.


22m   1-6     Nuno entra pelo meio de dois defesas e remata em zona frontal.

24m   1-7     O golo da tarde! Kéké pressiona no meio campo e consegue roubar a bola ao último homem. Aguenta o puxão e mesmo assim parte para a área, com o defesa sempre a “morder os calcanhares”. À saida do guardião faz um chapéu magnífico, de aba larga, com a bola a cair já mesmo dentro das redes.

28m   2-7     Jogada de 3 para 2 com Fonseca a fazer o golo.

29m   2-8     Jogada individual de Kéké que assiste Canhão.

31m   2-9     Roubo de Saavedra no meio campo. Parte para a área e à saida do guardião, mete-lhe a bola em jeito na baliza.

32m   3-9     Fonseca antecipa-se a Tony e Nuno e marca no seguimento de um canto.

35m   4-9     Golo de Monteiro no contra ataque.





A Estrela

Miguel “Kéké” Gomes – nota 8

Na ausência de Brito, Zira e Domingues, o míster teve de recorrer a Kéké para não ir a jogo só com 5 elementos e principalmente para garantir posse de bola e o tratamento superior da mesma. Como esperado, Kéké foi sempre um quebra-cabeças para o adversário, partindo essencialmente da esquerda para o meio e culminando os 40 minutos de jogo com 3 golos e 1 assistência.




Os outros bávaros

Tony e Saavedra – 6

César, Nuno e Canhão – 7